Ééé companheiro... é bom se ligar!
E a estrela do PT parece estar em queda livre. Parece que em todo penúltimo ano de governo, ele tem que entrar em crise. Diferente de 2005, quando foi a vez do “Mensalão”, o Partido dos Trabalhadores vive hoje o maior momento de incoerência política de sua história. Tudo isso em prol da permanência no poder e da aliança com o PMDB. Mas fazer o que né!? Ócios do ofício, e que fazem parte da política.
No dia em que os jornais noticiavam a saída de Marina do partido, noticiavam também o desfecho do caso Sarney no Senado Federal. Tudo bem que Lula precisa do PMDB, precisa apoiar o senador maranhense e que sem eles não há governo, mas interferir nos rumos e decisões políticas dos senadores petistas da casa foi um ato exagerado.
“Como nunca antes na história do Brasil”, Lula tem se mostrado um coronel dentro de seu partido, na tentativa de eleger sua sucessora ao trono republicano. Sem muitas conversas, ordenou que os petistas integrantes da Comissão de Inquérito do Senado arquivassem as denúncias contra o então presidente da Casa. Na mídia e para a população, antes da votação, o PT disse o tempo inteiro que não iria apoiar mais corrupção em Brasília.
O resultado foi o esperado: crise. Aloízio Mercadante pediu pra sair do posto de líder, Flávio Arns disse estar “envergonhado” com o PT e a população assistiu a uma troca de farpas entre a bancada e a cúpula do partido.
Me recordo da “Carta ao Povo Brasileiro”, documento feito pelo Partido dos Trabalhadores, onde insinuaram que estariam presentes na luta contra à corrupção. Mas, como já me disseram várias vezes, “quem entra na política corre o risco de se contradizer”. E o PT e seu líder extremo máximo se contradisseram. E envergonharam mais uma vez a população brasileira.
Envergonha, na minha concepção, porque por mais que “faça parte do jogo”, existem motivos para que a mídia e seus aliados direitistas tenham tanta excitação em detonar Lula e Cia.
No fim de tudo, o PT sai arrebentado, mas pelo menos garantindo momentâneamente o apoio do PMDB. E Lula dizendo que essa crise não existe. E que nenhuma marolinha vai chegar.
No dia em que os jornais noticiavam a saída de Marina do partido, noticiavam também o desfecho do caso Sarney no Senado Federal. Tudo bem que Lula precisa do PMDB, precisa apoiar o senador maranhense e que sem eles não há governo, mas interferir nos rumos e decisões políticas dos senadores petistas da casa foi um ato exagerado.
“Como nunca antes na história do Brasil”, Lula tem se mostrado um coronel dentro de seu partido, na tentativa de eleger sua sucessora ao trono republicano. Sem muitas conversas, ordenou que os petistas integrantes da Comissão de Inquérito do Senado arquivassem as denúncias contra o então presidente da Casa. Na mídia e para a população, antes da votação, o PT disse o tempo inteiro que não iria apoiar mais corrupção em Brasília.
O resultado foi o esperado: crise. Aloízio Mercadante pediu pra sair do posto de líder, Flávio Arns disse estar “envergonhado” com o PT e a população assistiu a uma troca de farpas entre a bancada e a cúpula do partido.
Me recordo da “Carta ao Povo Brasileiro”, documento feito pelo Partido dos Trabalhadores, onde insinuaram que estariam presentes na luta contra à corrupção. Mas, como já me disseram várias vezes, “quem entra na política corre o risco de se contradizer”. E o PT e seu líder extremo máximo se contradisseram. E envergonharam mais uma vez a população brasileira.
Envergonha, na minha concepção, porque por mais que “faça parte do jogo”, existem motivos para que a mídia e seus aliados direitistas tenham tanta excitação em detonar Lula e Cia.
No fim de tudo, o PT sai arrebentado, mas pelo menos garantindo momentâneamente o apoio do PMDB. E Lula dizendo que essa crise não existe. E que nenhuma marolinha vai chegar.

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