quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Manual de elegância com o sr. Fernando Collor de Melo


Fernando Collor de Melo: Exemplo de elegância e etiqueta dentro do Senado Federal

Segue link:

Neste vídeo, que contém um discurso do ex-presidente da República do Brasil, Fernando Collor de Melo, temos uma aula de elegância. Aprendemos como, por exemplo, mandar uma pessoa "tomar naquele canto" de forma elegante... Ou melhor dizendo, aprendemos a mandar o indivíduo a guardar ou esconder algum objeto de forma roliça no seu buraco inferior utilizado para atividades fisiológicas.

Na última segunda-feira (03), após o discurso do senador Pedro Simon (PMDB), quando este defendia a renúncia do presidente do Senado, José Sarney, e bateu boca com o comedor de jornalistas mafioso senador Renan Calheiros (PMDB), comentando o fato de Renan ter "abandonado" Collor em 1992 (quando ele ainda era presidente do Brasil), o senador alagoiano do PTB reapareceu com seus discursos inflamados, típicos de sua campanha eleitoral de 1989 e de quando se defendia de acusações de corrupção na época em que era presidente. Marcado pela elegância suja e pela voz ofegante (como se estivesse sob efeito de alguma droga), Collor, com cara de malvado, voltou e proferiu para Pedro Simon as seguintes palavras:

"As palavras que o senhor acabou de pronunciar, são palavras em relação a mim e às minhas relações políticas. São palavras que eu não aceito. Quero que engula estas palavras e as digira como preferir".

Em bom português, ele quiz dizer: Pegue essas palavras e enfie no meio do teu c...

Após o comentário elegante, ameaçou Pedro Simon de trazer à tona algumas situações constrangedoras, fazendo com que o senador gaúcho parasse de latir e colocasse o rabo entre as pernas - logo ele, que se dizia tão puro! Ó Deus, ninguém se salva!?

O que me intriga com essa galera é que eles me deixam morrendo de curiosidade. Fiquei sem dormir querendo saber que foi que Pedrinho fez de errado! Isso não é justo!


Calma Collor! Cuidado com o coração. Teu remedinho dá arritmia. E Pedro Simon, cuidado também! Tá no sangue familiar de Collor assassinatos dentro do Senado, causadas (ou não) pela euforia de algumas substâncias... É, tá bom de veneno por hoje.

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