
Na última sexta-feira (11) o presidente da República Federativa Brasileira, Luis Inácio Lula da Silva, esteve em terras pernambucanas mais uma vez. Na agenda, algumas inaugurações no Porto de Suape (Cais 5, o batimento da quilha do návio SUEZMAX do Estaleiro Atlãntico Sul, moinho da Bunge). Por sorte minha, fui chamado para cobrir, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, minha primeira pauta presidencial!
Pra entender um pouco a euforia, a gente tem que voltar um pouco no tempo. Cresci numa família de esquerdistas e de tucanos disfarçados. Mais o que mais me influenciou foi o fato de meu pai sempre ter sido um lulista ferrenho. Eu me lembro quando eu era bem pequeno, na era Collor, quando meu pai dizia "Se fosse o Lula o país não tava nessa mer@#. Querendo ou não, o meio influencia o homem. Estudando e pesquisando sobre os governos anteriores, cheguei a conclusão de que Ronaldo não tá com nada. Fenômeno mesmo é o Lula.
Vale salientar que eu tive ao menos umas três oportunidades de cobrir uma pauta Lulal, mas sempre algo dava errado. E eu sempre me imaginei ao menos apertando a mão do 'homi', mas nunca rolava.
Chegando em Suape, me atrasei e fui direto cobrir a pauta do batimento de quilha do návio SUEMAX. Quando me dei conta, lá tava eu, encima de um palanque amardo para os fotógrafos, esperando apenas que Lula chegasse. Na minha frente, uma barreira enorme de gente querendo tirar uma foto ou apertar a mão do presidente. E eu morrendo de vontade de tá ali embaixo.
Dentro do Estaleiro tinham uns 5.000 trabalhadores e trabalhadoras de Suape sentados(as) em frente a um palanque armado, com um telão, assistindo a tudo o que acontecia, enquanto eu, do lado de fora e na frente dele, tirava umas fotos.
Chega ele. Um agunia do caramba. Todo mundo gritando... Desci e me emburaquei no meio do povo, que apertava e abraçaca o presidente. Pareceu que abriu um caminho pra mim no meio daquela multidão. Eis que me deparo de frente com o petista: "Presidente!", gritei. Ele olhou e eu estendi a mão. Ganhei um aperto. Realizei meu sonho.
Ainda vi aquela "conversa" que ele teve com os 5.000 trabalhadores. Percebi o quão forte é a relação dele com o trabalhador, e como ele consegue, mesmo sendo presidente, se igualar a ele. Lembrei dos dados que demonstram como o seu governo foi precioso para o povo brasileiro. E me emocionei... O povo, mas o povo de verdade, está feliz. Lula conseguiu melhorar a classe de vida dos verdadeiros trabalhadores. Tirou muita gente da miséria. E fez o dever de casa, fazendo com que o desemprego, pós-crise econômica, não fosse tão forte no Brasil.
Pra entender um pouco a euforia, a gente tem que voltar um pouco no tempo. Cresci numa família de esquerdistas e de tucanos disfarçados. Mais o que mais me influenciou foi o fato de meu pai sempre ter sido um lulista ferrenho. Eu me lembro quando eu era bem pequeno, na era Collor, quando meu pai dizia "Se fosse o Lula o país não tava nessa mer@#. Querendo ou não, o meio influencia o homem. Estudando e pesquisando sobre os governos anteriores, cheguei a conclusão de que Ronaldo não tá com nada. Fenômeno mesmo é o Lula.
Vale salientar que eu tive ao menos umas três oportunidades de cobrir uma pauta Lulal, mas sempre algo dava errado. E eu sempre me imaginei ao menos apertando a mão do 'homi', mas nunca rolava.
Chegando em Suape, me atrasei e fui direto cobrir a pauta do batimento de quilha do návio SUEMAX. Quando me dei conta, lá tava eu, encima de um palanque amardo para os fotógrafos, esperando apenas que Lula chegasse. Na minha frente, uma barreira enorme de gente querendo tirar uma foto ou apertar a mão do presidente. E eu morrendo de vontade de tá ali embaixo.
Dentro do Estaleiro tinham uns 5.000 trabalhadores e trabalhadoras de Suape sentados(as) em frente a um palanque armado, com um telão, assistindo a tudo o que acontecia, enquanto eu, do lado de fora e na frente dele, tirava umas fotos.
Chega ele. Um agunia do caramba. Todo mundo gritando... Desci e me emburaquei no meio do povo, que apertava e abraçaca o presidente. Pareceu que abriu um caminho pra mim no meio daquela multidão. Eis que me deparo de frente com o petista: "Presidente!", gritei. Ele olhou e eu estendi a mão. Ganhei um aperto. Realizei meu sonho.
Ainda vi aquela "conversa" que ele teve com os 5.000 trabalhadores. Percebi o quão forte é a relação dele com o trabalhador, e como ele consegue, mesmo sendo presidente, se igualar a ele. Lembrei dos dados que demonstram como o seu governo foi precioso para o povo brasileiro. E me emocionei... O povo, mas o povo de verdade, está feliz. Lula conseguiu melhorar a classe de vida dos verdadeiros trabalhadores. Tirou muita gente da miséria. E fez o dever de casa, fazendo com que o desemprego, pós-crise econômica, não fosse tão forte no Brasil.
Depois de ter apertado a mão do 'homi', eu tenho a força! Muahuahuaha.
mas emocionante mesmo foi o BL que rolou depois. hehehehe

Não sei se te interessa saber, mas também me emocionei. Nunca havia antes chorado lendo um post de blog. Parece ridículo, mas nada que se sente é ridículo. Lula é mesmo o cara... Pra mim, pra você e pra mais de 30 milhões de brasileiros que saíram da linha da miséria. Que tem luz em casa, que conseguem entrar na universidade, que fará a multiplicação do PIB...
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